Ação em coaching: o caminho para adquirir uma nova competência

“Você pode escolher a coragem ou pode escolher o conforto. Mas você não pode escolher os dois.” Brené Brown.


Se o caminho escolhido foi sair da zona de conforto, é frequente o cliente se deparar com alguns limites para passar para a ação e adquirir as habilidades e competências que permitirão concretizar o processo de transformação, na prática. Sim, porque para tornar-se competente em algo é preciso colocar-se em movimento e cumprir todo o ciclo do aprendizado.

Quando está na zona de conforto o cliente ainda está inconsciente dos hábitos e crenças que precisa abandonar para ativar o mindset de crescimento, ou seja, ainda não consegue colocar em prática as mudanças desejadas, seu querer ainda não se transformou em agir. Como já vimos, por vezes ele precisa se defrontar com os sabotadores, com o que joga contra, internamente, e adotar os chamados baby steps para continuar avançando ( https://www.jorgedornellesdeoliveira.com/post/zona-de-conforto-mindset-de-crescimento-e-a-a%C3%A7%C3%A3o-em-coaching).

Essa transição para uma nova esfera, entretanto, exige mais do que coragem. Ao caminhar para os limites dessa zona de tensão criativa, o cliente, em parceria com o coach, deve explorar as questões que podem aumentar o seu nível de consciência e retira-lo do nível do pensar racionalizado, ou seja, daquele contexto em que ele sabe tudo o quer fazer, até como fazer, mas não faz. Um melhor nível de consciência também o impedirá de entrar no modo “fazeção” onde age, e muito, mas não atinge os resultados. Muita gente confunde ação com atividades mecânicas ou que são feitas de uma maneira automática, aliás.

Se não existe congruência entre emoção e razão -- entre o Pensar e o Sentir --, o cliente pode ficar no estagio do querer banalizado fazendo aquilo que não tem significado. Mas uma vez encontradas as ações que fazem sentido para ele, o caminho ganha uma nova perspectiva de crescimento e de incorporação de novas habilidades.

É através do exercício das ações desenhadas e das constantes atualizações feitas durante o ciclo da aprendizagem, que o cliente pode efetivamente viver o processo e sair da área de incompetência para a área de competência, como você pode ver no gráfico. *

Num primeiro momento do processo o cliente é desafiado a trazer para a consciência o que deseja transformar. Uma vez que objetivo esteja definido, é o momento de adquirir a competência pela prática ou seja com muita repetição de erros e acertos. Após esse período, aí sim essa habilidade ou competência estará incorporada passando a fazer parte de seu “inconsciente”, o que quer dizer que ela já foi devidamente “instalada” e ele já consegue agir de acordo com o que pretendia, naturalmente.

O aprendizado que leva à ação, para além da construção de um mindset de crescimento, é ativado com uma prática onde existe a congruência entre Pensar, Sentir e Querer/Agir. Esse é o caminho para realmente se adquirir uma nova competência.

*Gráfico do Workshop “Coach-the-Coach” de Annemarie van der Meer (Instituto EcoSocial 2006)

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