Coaching como a gente é

A gente faz coaching como a gente é, no nível de desenvolvimento que nos encontramos como seres humanos, sofrendo influências arquetípicas o tempo todo.

Cada profissional, a seu modo, cultiva a técnica, a abordagem e o jeito de fazer coaching, que são decorrência da sua própria forma de agir no mundo.

Como um sagitariano típico, tenho a cabeça nas nuvens e as patas bem pesadas. Faço a minha própria ‘jornada nas estrelas’, me utilizando de um conhecimento mítico para acessar o campo anímico e fazer downloads daquilo que é necessário durante a sessão.

Ao mesmo tempo, faço uploads de técnicas que possam contribuir para potencializar a interação com o cliente na esfera do sentir, entendendo-se aqui o sentir como o tempo presente, conforme Aristóteles: pensar (passado), sentir (presente) e planejar (futuro).

É no encontro do campo anímico com a técnica, que o coach trabalha e é no sentir-presente que o processo acontece.

Atuar como coach então é observar fenomenologicamente o que se desdobra na conversa e ativar uma presença que exige uma técnica viva que faça a conexão com o cliente. Daí o valor dos arquétipos que irão contribuir para mobilizar o campo anímico, imprescindível ao processo de coaching.

Quando essa ‘presença’ é sentida no ambiente anímico potencializado pelo coaching, faz-se possível resgatar o que é mais familiar ao cérebro límbico, ou seja, as emoções e comportamentos que se desejam desvendados ou adquiridos.

Aprofunde o tema assistindo a palestra a seguir.

Palestra realizada durante o CONARH 2017


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