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De olho nos pontos cegos

19.03.2020

Já aconteceu de um gestor da sua empresa comentar a respeito de um colaborador que você nunca viu, mas que há tempos trabalha na sua equipe? Se você não lembra do episódio ou não associa o nome à pessoa, é bem possível que você tenha passado por um blindspot, aquela área que some da sua visão, como some do retrovisor, também na sua atuação enquanto CEO.

 

No coaching  (https://www.jorgedornellesdeoliveira.com/single-post/2019/11/25/Blindspots%E2%80%93-um-universo-de-possibilidades) ,  na vida, ou na sua empresa, você já deve ter ‘perdido’ alguém nessa zona densa em que é praticamente impossível enxergar. Na realidade, é mais provável que você tenha sido atraído para esse lugar, a partir de uma provocação. Sim, é isso mesmo. Muitas pessoas nos provocam blindspots quando fogem do nosso padrão de visão.

 

No panorama organizacional, os desafios são inúmeros. Já se surpreendeu ao ser alertado por alguém de que não levou em consideração alguma questão relacionada à diversidade ou à questão de gênero, como deveria? Isso pode ser um blindspot.

 

Costumamos reconhecer nas pessoas uma determinada competência, qualidade, e até tipo físico, a partir de um recorte que fazemos ao olhar para o mundo. É quase como se estivéssemos olhando através de janelas ou de frestas por meio das quais conseguimos conhecer ou reconhecer modelos ou comportamentos que estão dentro desses nossos parâmetros.  Aqueles que fogem desses padrões tendem a não ser considerados.

 

Os motivos pelos quais essas pessoas se tornam invisíveis para nós podem ser os mais variados,  psicologicamente falando. Elas nos causam algum desconforto, nos fazem olhar para reflexos ou imagens que não admitimos em nós mesmos, por isso as ignoramos. 

 

É muito frequente que a gente simplifique a pessoa ou a atitude por trás dela, porque não conseguimos ver um quadro maior. Se ela foi além e revelou uma criatividade ou perspicácia em fazer algo que não estava no seu job description, simplesmente não percebemos: não é possível enxergar dentro do contorno daquele determinado recorte.

 

Mais importante do que perceber a causa que  levou aos pontos cegos, no entanto, é se dar conta que eles existem ou existiram para modificar o cenário.

 

Como posso então me abrir para desenvolver uma perspectiva mais ampla e melhorar o meu campo de visão?

 

Me desafiando a enxergar mais longe.

 

Primeiro, é preciso abandonar esses recortes já prontos que nos acompanham.

 

E ao contrário de simplificar para poder entender a meu modo, ficando restrito ao que os olhos podem captar dentro das minhas frestas,  uso uma lente de amplificação para obter uma panorâmica. Assim, consigo sair desse enfoque e ganhar em perspectiva.

 

Essa amplitude é o que requer o cenário organizacional,  cada vez mais multidimensional.

 

Aumentar o nosso campo de visão potencializa nossas metas e resultados,  melhorando continuamente a nossa performance empresarial, daí porque é importante estarmos abertos a explorar novos ângulos que a nossa vista ainda não alcança, permitindo que a luz entre e ilumine nossos pontos cegos.

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